Por se tratar de teste de triagem, o resultado indica a probabilidade de ocorrência de gestação afetada pelas
anomalias investigadas, selecionando assim, um grupo de gestantes de alto risco para a realização de exames
diagnósticos, a critério da paciente, devidamente informada e esclarecida por seu médico assistente.
Um resultado positivo indica um risco aumentado para as anomalias investigadas, embora a
maioria das mulheres com resultado positivo não tenham um bebê afetado.
Um resultado negativo não exclui a possibilidade de ocorrência de anomalias cromossômicas, nem elimina a possibilidade
de malformações congênitas, retardo mental por outras causas (síndrome do X frágil, por exemplo) ou outras doenças
cujo risco não é avaliado através do teste de risco fetal, mas apenas indica que o risco de uma gestação afetada pelas
síndromes de Down e Edwards e defeitos abertos do tubo neural, é baixo.
Em nossa experiência, cerca de 10% dos testes de risco fetal são falso-positivos, isto significa que uma em cada 10 mulheres
testadas apesar de não apresentar gestação afetada, terá um resultado de risco positivo com indicação de amniocentese ou de
biópsia de vilo corial, para fins de diagnóstico. Portanto, a grande maioria das mulheres submetidas a amniocentese ou
biópsia de vilo corial, apresentará resultados normais.

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