É um teste de triagem, resultado da integração de dados ultra-sonográficos, informações clínico-obstétricas
da paciente e exames laboratoriais, que são analisados em um software de reconhecimento internacional
atualizado constantemente pelo banco de dados de gestantes brasileiras, do laboratório DLE, permitindo
assim uma adequação à nossa realidade. Todos os relatórios emitidos por este software, positivos ou negativos,
são revisados pela Assessoria científica do laboratório, que então autoriza a confecção final do laudo.
Por ter sido o pioneiro na implantação do Teste de Risco Fetal no Brasil, em janeiro de 1994, e tendo analisado
mais de 6.000 gestantes, em 2001, o laboratório DLE pôde elaborar um importante banco de dados brasileiros no
assunto e assim criar uma curva de referência brasileira. Este trabalho foi ganhador do prêmio científico
"Dr. José Pinheiro/1997 da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica" *.
O teste pode ser realizado em gestantes de todas as idades.
Além de informar o risco gestacional para
Síndrome de Down, o teste permite estimar o risco de Síndrome de Edwards (Trissomia do 18). O teste,
quando realizado entre 14 e 22 semanas e 6 dias, também permite estimar o risco de Defeitos Abertos
do Tubo Neural.
Por se tratar de teste de triagem, o resultado indica a probabilidade de gestação afetada
pelas anomalias investigadas, selecionando assim, um grupo de gestantes que deverão ser submetidas a
outros exames complementares , para fins de diagnóstico, a critério da gestante,
devidamente informada e esclarecida por seu médico assistente.
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